Tenho medo de avião, confesso. Uhum isso mesmo, de avião. Esse pode parecer um medo comum, mas não deixa de ser inesperado por “também dar” em quem tanto ama viajar (isso é o que eu mesma me pergunto! E que tal amar voar, não tinha essa opção? :P). Será que este medo está mesmo atoa aqui dentro, foi sorteado em um bingo no dia que nasci? Ou será que eu mesma o plantei? Ele tem fundamento? O que ele está querendo me ensinar? Quero carregá-lo por toda a vida?

Começo esse post dizendo que não tenho respostas para tais perguntas. Seria bem legal se tivesse pois talvez meu coração ficasse tranquilo que só, apenas esperando o grande dia do medo sair correndo gritando adeus. Posso não saber porque sinto este desconforto, mas sei BEM o que tenho feito para lutar contra ele. Ou melhor, para viver em harmonia com essa sensação e não deixar com que ela me PARALISE jamais.

Escolhi voar. Lembra da capa da minha agenda 2019? Pois bem, ela reafirma uma decisão que fiz há alguns anos atrás de, mesmo sentindo estranhamento ao meio de transporte mais seguro do mundo: estar sempre ali dentro, pronta para descobrir o desconhecido. Ele é o meu aliado pra isso acontecer, por isso não haveria chance alguma de substituir a minha ânsia por viajar pela limitação de não gostar de embarcar. O mundo é gigante e bonito demais para nossos olhos não poderem vê-lo de perto. E se a minha cartela do bingo foi premiada com esse medinho chato: peito aberto para aprender com o desafio.

Hoje, confesso, ele já é mais brando. Mas ainda me assombra. Gosto de pensar que medos são componentes básicos da vida também, eles existem, nos acompanham e nos desafiam a buscar NOVOS ângulos de visão. Crianças a bordo me acalmam, pessoas felizes e eufóricas pelas suas trips me acalmam, minha fé em algo maior nessa jornada chamada VIDA, também.

Por isso eu te acolho medo, te respeito, aprendo com você e agradeço por me respeitar também. E por até gostar de ser desafiado e perder algumas batalhas! Acho que entendi o que tem para me ensinar. Você gosta de me ver em movimento. Você gosta de saber que no final de tudo o que resta é sempre a coragem. Nunca a paralisação. Arrisco até dizer que sente orgulho e ver que estou evoluindo bem!

Vejo que tenho aprendido a viver em paz com meu medo de avião. Mesmo quando me assombro com a certeza de que sim, estarei suspensa em uma cápsula nas nuvens. Mesmo quanto racionalizo ou me perco em pensamentos bizarro (yes, eles existem, óbvio). Mas ainda assim a decisão de querer enfrentá-lo, talvez até de mãos dadas, é maior.” Voar mais para menos medo”.

Agora me conta, qual o seu medo e o que tem feito para viver em paz com ele e não deixar que ele te paralize (nem pensar!)?

Com amor,
Amanda.

Muito prazer, amanda.

Acredito no poder da nossa intuição e na importância de sonharmos! Admiro o lado simples da vida e como podemos ser felizes aproveitando o bem mais precioso que temos: o agora. Assim como amo desenhar, também gosto de escrever e partilhar palavras e experiências com outras pessoas! Aquarelar, escrever e criar produtos inspiradores é a minha forma de expressar amor! Obrigada por estar aqui.

 @molamanda

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